quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Estudo simplificado

ESTUDO SIMPLIFICADO DA CONDIÇÃO IMOBILIÁRIA DO PLANO PILOTO


Asa Norte
Asa Sul
Número de quitinetes
166
27
Média dos preço
R$ 739
R$ 795
R$/pessoa
R$ 739
R$ 795



Número de apartamento de 1 quarto
92
27
Média dos preços
R$ 1.049,34
R$ 1.030,74
R$/pessoa
R$ 524,67
R$ 515,37



Número de apartamento de 2 quartos
62
36
Média dos preços
R$ 1.665,16
R$ 1.620,56
R$/pessoa
R$ 416,29
R$ 405,14




Foi considerado:




Uma pessoa para quitinete;




Duas pessoas para um apartamento de um quarto;



Quatro pessoas para um apartamento de dois quartos.

Nesse estudo foi contabilizado apenas os valores fornecido pelo site e pelo jornal, porém 
nem todos os anúncios disponibilizaram todos os gastos previstos como água, energia, 
IPTU e condomínio.






















Fonte: http://www.wimoveis.com.br/:  Apartamento de um quarto e dois quartos.
Acesso em: 09/11/2010



Fonte: Correio Braziliense. Classificados: Quitinete.

Data: 10/10/2010

Ofício 33/10 - Alimentação




Brasília, 11 de Novembro de 2010.




OFÍCIO Nº 33/10

De: Associação dos Moradores da Casa do Estudante Universitário (AMCEU)
Para: Diretoria de Desenvolvimento Social
Assunto: Solicitação de rediscussão do valor de bolsa alimentação da CEU-UnB.

Viemos por meio deste, solicitar rediscussão do valor previsto de R$13,00 relativos a alimentação fornecida na CEU/UnB aos domingos e feriados.
A UnB divulgou que pretende trocar a alimentação fornecida aos domingos e feriados na Casa de Estudante por um auxílio em forma de dinheiro, no valor R$13 reais. Porém, este valor só é suficiente para custear três refeições quando é utilizado na compra de alimentos em grandes quantidades (como é feito atualmente pela empresa licitada).
 Quando recebermos o auxílio individualmente, e efetuarmos a compra em porções individuais, a alimentação terá um custo maior.
Solicitamos, portanto, rediscussão deste valor na Mesa de Negociação Permanente com Estudantes.








Associação de Moradores da Casa do Estudante







Casa do Estudante Universitário - Bloco “A” Térreo
CEP  70908-021 - Brasília – DF
E-mail: gestaoamceu2008.2009@gmail.com
Blog: http://amceu-unb.blogspot.com
Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=45181285
Grupo: ceu-unb-assembleia-geral-virtual@googlegroups.com


Ofício 32/10 - Fogão, geladeira e colchões



Brasília, 11 de Novembro de 2010.




OFÍCIO Nº 32/10

De: Associação dos Moradores da Casa do Estudante Universitário (AMCEU)
Para: Diretoria de Desenvolvimento Social
Assunto: Solicitação de esclarecimento e de distribuição de Fogões, Geladeiras e Colchões

Viemos por meio deste solicitar esclarecimento a respeito de atraso na entrega destes bens e a devida distribuição dos mesmos conforme divulgado.
Em 2009 pela própria SECOM/UnB que receberíamos novos fogões, colchões e geladeiras. No entanto, até o momento (mais de 11 meses após a divulgação da notícia) nenhum(a) morador(a) recebeu nenhum desses itens.













Associação de Moradores da Casa do Estudante







Casa do Estudante Universitário - Bloco “A” Térreo
CEP  70908-021 - Brasília – DF
E-mail: gestaoamceu2008.2009@gmail.com
Blog: http://amceu-unb.blogspot.com
Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=45181285
Grupo: ceu-unb-assembleia-geral-virtual@googlegroups.com


Nota sobre Reforma Novembro 2010

[ATENÇÃO]: Esta ainda não é a carta em sua forma definitiva. Ela deve ser discutida, alterada e aprovada hoje (quinta-feira) a noite (20h) em reunião extraordinária!


REFORMA DA CEU: NOTA DOS MORADORES E MORADORAS

A reforma da CEU é demanda histórica dos(as) moradores(as) da Casa de Estudante Univeristário(a)[1] aparecendo em documentos datados de 198?. A estrutura está se deteriorando[2], há rachaduras no concreto, tubulação hidráulica enferrujada, descolamento do piso de paviflex, infiltrações, mofo, cerâmicas soltas, fiações expostas, esquadrias danificadas, passarelas trincadas apoiadas com escoras, entre outros. Alguns destes fatos não são de conhecimento geral, por isso solicitamos que sejam disponibilizados no site da UnB os laudos que avaliaram a condição física dos prédios atuais da CEU-UnB.
Além destes problemas estruturais, questões como segurança precária e falta de privacidade, ocasionam problemas de convivência[3]. Agravando a situação, há exclusão social, já que não há estrutura para atender estudantes deficientes físicos. Isso porque o decreto do Desenho Universal[4] não está sendo cumprido – em vista que o prédio foi construído em 1973 e até o momento não passou por nenhuma reforma (confirmar).
Por tudo isso, é certo que reformar é necessário e urgente. Porém, há estudantes morando nos atuais prédios e se estamos aqui é porque precisamos da Casa para dar continuidade aos estudos com um mínimo de qualidade. O principal motivo de ser da política de Assistência Estudantil é garantir a permanência das(os) estudantes na graduação até a conclusão do curso. Sendo assim, é dever da UnB não medir esforços para manter a qualidade de vida e estudo destas(es) estudantes, evitando assim, que a reforma torne-se catalisadora de um movimento de evasão universitária. É com este intuito que escrevemos esta nota.
A mídia em geral e a SECOM/UnB divulgaram que as negociações para nossa realocação da CEU foram concluídas. Entretanto, ainda há muitas questões a serem esclarecidas. Em primeiro lugar, está em discussão o valor de R$ 510,00 para a bolsa moradia, porém, são muitos gastos que decorrem do aluguel de um apartamento (gastos de condomínio, energia, água, IPTU, reparos ocasionais e ainda pintar o apartamento antes de devolvê-lo) por isso acreditamos que este valor é inviável para a realidade do custo de vida de Brasília. Em segundo lugar, uma preocupação freqüente das(os) moradores(as) é conseguir fiador(a) e a UnB não pode ser fiadora por ser entidade pública. E em terceiro lugar, a Bolsa Permanência sofreu, recentemente, atrasos[5] por motivos diversos: greve, erro da folha de ponto, problemas administrativos e/ou burocráticos. Esse histórico não nos dá segurança da pontualidade dos pagamentos da UnB. Locatários(as) não aceitam atrasos no pagamento e cobram multas. Sendo assim, para contemplar estas três preocupações, solicitamos que a bolsa moradia seja depositada de uma única vez (relativa aos oito meses de reforma) ou que haja uma intermediação do pagamento, criando-se uma conta da onde podemos retirar o valor mensalmente.
Brasília é a capital da especulação imobiliária e há grande probabilidade desta especulação ser alterada por este instantâneo aumento da demanda por apartamentos. Solicitamos um estudo deste impacto e que isso seja levado em consideração no valor da bolsa. Além disso, a Decana de Assuntos Comunitários declarou que mandou cartas para imobiliárias e as que responderam disseram que não tinham o interesse de alugar imóvel para estudantes[6]. Nesse caso, deve haver alternativa para aqueles estudantes que não conseguirem alugar apartamentos. Se a UnB tem mais de 1.400 imóveis no Plano Piloto, solicitamos que estes imóveis sejam utilizados como alternativa ou que a UnB alugue imóveis especialmente para tal fim.
A UnB divulgou que parte da verba da reforma seria utilizada para custear o armazenamento das mobílias e patrimônios da UnB que estão nos apartamentos da CEU[7]. Considerando que a universidade possui estrutura de almoxarifado, não faz sentido haverem gastos com armazenamento de móveis. E como os estudantes farão para morar sem estes itens básicos (colchão, mesa, cadeira, fogão, geladeira)? A bolsa de R$ 510 reais proposta pelo DAC não cobre estes custos. Tendo em vista o alto preço de mobílias básicas no DF, solicitamos a verificação e discussão da possibilidade das(os) moradores da CEU terem permissão para utilizar e cuidar deste patrimônio da UnB, durante o período de reforma. Em caso negativo, este custo tem de ser contabilizado no valor da bolsa.
Quanto ao tempo de reforma, há possibilidade da previsão de 8 meses não ser cumprida. A recente reforma do RU, por exemplo, estava prevista para ocorrer durante as férias, mas foi adiada por mais de 8 meses devido imprevistos[8] e mesmo após todo este tempo, a caldeira, um dos principais equipamentos, continua precisando de manutenção[9]. Para evitar que isto ocorra com a reforma da CEU-UnB solicitamos a criação de uma comissão técnica que acompanhe o andamento da reforma e lance relatórios mensais. E ainda, em caso de postergação, a bolsa moradia deve ser mantida.
Todo ano, estudantes classificados(as) sócio economicamente como vulneráveis ficam sem acesso a moradia estudantil[10]. Há estudantes classificadas(os) como vulneráveis sócio economicamente que não estão tendo acesso à vaga na Casa porque suas famílias residem no DF[11]. Tendo em vista o tamanho do território do DF e a precariedade do sistema de transporte, como se espera que este(a) estudante tenha uma vivência universitária plena (ensino, pesquisa e extensão)? No regulamento interno da CEU-UnB[12] é dito que as vagas se destinam “prioritariamente” a estudantes cujas famílias residem fora do DF, mas não “exclusivamente”. Reivindicamos que 368 estudantes sejam contemplados(as) pela bolsa moradia durante a reforma e após.
Independentemente disso, a UnB está em processo de expansão. Se antes entravam 2.000 novos(as) estudantes por semestre, agora com as mudanças decorrentes do REUNI, entram 4.320. A demanda por moradia estudantil tende a aumentar também. O plano de expansão do REUNI já previa a necessidade de atualização dos programas de Assistência Estudantil e destinou 12 milhões de reais para a UnB ampliar a Casa de Estudante Universitário(a)[13]. A UnB já possui os recursos para realizar estas obras[14], mas este projeto não está sendo tratado com a mesma agilidade do projeto de reforma. Por quê? Solicitamos retomada imediata das discussões sobre o projeto de ampliação da CEU-UnB na Mesa de Negociação Permanente com Estudantes – MNPE.
Quanto aos outros campi, não há casa de estudante própria nem programa específico de moradia [15]. A única alternativa que resta aos(as) estudantes vulneráveis sócio economicamente destes campi é morar na CEU do Plano Piloto, longe de seu local de estudos. A expansão da UnB é importante, mas não pode ter como preço a qualidade, portanto reivindicamos que sejam construídas casas de estudantes em todos os campi da UnB e solicitamos a criação de um programa específico de bolsa moradia para os outros campi enquanto não há a residência apropriada.
Se de um lado não há Restaurante Universitário e nem residência estudantil para os novos campi, por outro, a construção de um hotel a beira do lago Paranoá já foi aprovada e anunciada (trocar pelo CO?). Da mesma forma, a reforma do RU do Darcy Ribeiro, que atende mais de 5mil usuários (incluindo estudantes, professoras(es), funcionários(as) e outros) atrasou mais de oito meses e até hoje está com problemas de funcionamento, enquanto que o “Beijódrodomo” foi erguido em poucos meses.
Nesse cenário, percebemos que para a UnB o que falta não é verba, mas a prioridade para com a Assistência Estudantil. Quando há interesse envolvido, como é o caso da Copa 2014, os projetos são aprovados rapidamente.
Em 2009, foi divulgado inclusive pela própria SECOM/UnB, que receberíamos novos fogões, colchões e geladeiras[16]. No entanto, até o momento (mais de 11 meses após a divulgação da notícia) nenhum(a) morador(a) recebeu colchão, fogão ou geladeira. Solicitamos que a UnB faça um esclarecimento a respeito e que distribua os bens.
A UnB pretende trocar a alimentação fornecida aos domingos e feriados na Casa do Estudante /UnB por um auxílio em forma de dinheiro, no valor R$13 reais. Este valor só é suficiente para custear três refeições quando é utilizado na compra de alimentos em grandes quantidades (como é feito atualmente pela empresa licitada).  Quando recebermos o auxílio individualmente, e efetuarmos a compra em porções individuais, a alimentação terá um custo maior. Solicitamos, portanto, rediscussão deste valor na MNPE.
O funcionamento do transporte intracampus não tem funcionado satisfatoriamente por diversos problemas desde mudança de itinerário, atrasos, falta de combustível, funcionamento irregular aos sábados, entre outros. Solicitamos ampla divulgação do serviço com seus horários e locais de parada e a criação de uma ouvidoria fixa para reclamações[17].
O antigo[18] Plano Nacional de Assistência Estudantil do MEC destinava verbas carimbadas de assistência estudantil para as IFES brasileiras. Em 2009, foi destinado o valor de R$7.228.955,55 para a UnB, pelo PNAES, e em 2010 esse valor subiu para aproximadamente 9 milhões. Além deste plano, a UnB tem sua verba própria de assistência estudantil. Solicitamos divulgação de todos estes dados e a devida prestação de contas de todos os gastos com Assistência Estudantil da UnB.
Exigimos a divulgação destes dados para toda a comunidade da UnB, tendo em vista que a Assistência Estudantil, enquanto política pública de democratização da educação é direito de todos os brasileiros e brasileiras!!!



[6] “(...) não têm interesse em alugar imóvel para estudante” www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=2638
[7] Patrimônio: “verba será usada para pagar armazenamento” www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=4012
[8] RU: “Se não tivéssemos feito essa obra emergencial, o prédio teria sido interditado”, diz a professora Rachel. No entanto, a revitalização atrasou mais de oito meses” www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=2638
[9] RU: “Bandejão fechado a partir desta quarta-feira (27/07/10)” www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=3663
[10] Em 2009 esse número ultrapassou a casa dos 100: http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=1923
[13] Decana fala sobre ampliação da CEU-UnB: http://www.unb.br/noticias/unbagencia/cpmod.php?id=74908
[14] Ampliação da CEU-UnB: “verba proveniente do Reuni, de 12 milhões e 600 mil reais” www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=1665
[15] Manifestação da FUP por assistência estudantil http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=4121
[17] Isto foi solicitado ao DAC em 4 de junho de 2010 no Ofício nº 11/10 da AMCEU: http://amceu-unb.blogspot.com/2010/11/oficio-entregue-sobre-transporte.html
[18] Atualmente chama-se Programa Nacional de Assistência Estudantil – PNAES de acordo com o decreto assinado em julho de 2010 http://amceu-unb.blogspot.com/search/label/PNAES

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Ofício entregue sobre transporte intracampus

Brasília, 04 de Junho de 2010.




OFÍCIO Nº 11/10

De: Associação dos/as Moradores da Casa do/a Estudante Universitário/a (AMCEU)
Para: Decanato de Assuntos Comunitários (DAC)
Assunto: Melhorias no Transporte Intra Campus da UnB.

Acontecimentos recentes vêm agravando a questão da segurança na universidade. Começou com uma manifestação pacífica contra a homofobia na UnB. Aparentemente, o ato fez com que até o preconceito que tentava se esconder viesse à tona. Uma estudante foi ameaçada de violência sexual e de morte por ligações anônimas durante o ato. Posteriormente, estudantes que estavam na manifestação alegaram que estão sendo seguidos/as por grupos durante seus trajetos pela universidade. Além disso, o Centro de Excelência Negra foi pichado com uma suástica nazista e cartazes preconceituosos foram espalhados pelo ICC.

Os/as moradores/as da CEU-UnB e demais estudantes baixa-renda são os/as mais vulneráveis neste contexto, pois há vários percursos da UnB como o CEU-ICC e o UnB-L2 que são longos, pouco freqüentados, mal vigiados e mal iluminados durante a noite. Sendo trajetos obrigatórios para quem estuda na UnB, tornam-se locais perfeitamente propícios para execução de crimes de caráter machista, homofóbico e racista, para além dos assaltos.

Neste sentido, o transporte Intra Campus da UnB se faz extremamente necessário para nossa segurança. Entretanto, na sua forma atual ainda não é capaz de contemplar uma segurança e mobilidade eficazes, por isso algumas modificações se fazem necessárias.

Casa do Estudante Universitário - Bloco “A” Térreo
CEP 70910-900 - Brasília - DF E-mail: UnB.amceu@gmail.com
Blog: http://amceu-unb.blogspot.com
Grupo: ceu-unb-assembleia-geral-virtual@googlegroups.com








Brasília 04 de Junho de 2010.

Solicitamos a estipulação de horários marcados, a serem cumpridos, para passagem nas paradas do ICC-Norte, Colina, FE, Finatec/HUB, IQ e ICC-Sul, tendo em vista evitar que estudantes percam o transporte por conta de diferenças de velocidades ou outras entre os/as motoristas. Isso deve vir acompanhado de divulgação de um local onde os/as estudantes possam fazer queixa caso haja descumprimento dos horários ou outras falhas no serviço.

Solicitamos também, que sejam incluídos os horários das 6h e 6h30; pois há quem precise estar pontualmente no local de estágio ou trabalho dentro da UnB. Juntamente a isso, deve haver divulgação através de cartazes por todas as paradas da universidade com horários e locais de parada do serviço.

E, por fim, reivindicamos que o DAC pressione o DFTRANS para resposta a solicitação de mudança de itinerário para contemplar a parada do HUB na L2 (Ofício nº 03/DAC do dia 25 de Março de 2010). Já que este decanato deve zelar pelo bem estar da comunidade universitária, não pode aceitar este longo tempo de espera, enquanto estudantes ficam a situação de risco, como uma moradora da CEU-UnB que foi assaltada ao voltar do supermercado na parada da Finatec/HUB na L3 no início de Maio.






Atenciosamente,
Associação de Moradores/as da Casa do/a Estudante Universitário/a




Casa do Estudante Universitário - Bloco “A” Térreo
CEP 70910-900 - Brasília - DF E-mail: UnB.amceu@gmail.com
Blog: http://amceu-unb.blogspot.com
Grupo: ceu-unb-assembleia-geral-virtual@googlegroups.com


OBS: O recibo assinado e carimbado encontra-se com a AMCEU.